ROTAS "Portugal Profundo"

Pelas Aldeias Mágicas do Portugal Profundo...

Um DESAFIO Off Road em grande!

Na verdade Portugal é um país mágico!..

Parta à descoberta das Aldeias Mágicas, explore o seu património natural e cultural e desfrute da hospitalidade das suas gentes! Relaxe em confortáveis unidades de alojamento, descubra a qualidade e genuinidade dos produtos artesanais e experimente o inimitável sabor da gastronomia local! 

A sua escapadinha começa AQUI...

Pelas Aldeias Mágicas do Portugal Profundo...

O caminho das pedras é dificil...mas cheio de poesia!

MUITOS me seguem....POUCOS me acompanham!

Na verdade Portugal é um país mágico!..

E se perguntarem por mim, diz que fui por aí...

Um DESAFIO Off Road em grande!

PORTUGAL PROFUNDO



Todos os dia um novo ponto. Coordenadas, história, lugares interessantes e muito mais!



A Paixão por Portugal… O amor pela nossa terra!

PORTUGAL Profundo


Mãos sagradas as que constroem este nosso Portugal, hoje visitado sem igual mas desde sempre amado como tal. Mãos maravilhosas as que dão sabor à nossa história, que dizem adeus e criam saudades, que tocam na pele e silenciam verdades, que não são mais do que a voz da pura alma lusitana. Mãos sagradas estas as nossas!


"As terras são pertença dos seus donos, a paisagem é de quem a sabe apreciar". Saibamos nós!!

PORTUGAL PROFUNDO

A magia das coisas, está no espírito de quem as vive!

É este o nosso PORTUGAL PROFUNDO e genuíno, longe das grandes cidades… e repleto de alma, que queremos dar a conhecer a todos os que embarquem connosco nesta inebriante descoberta.
Nos dias que correm o Interior do país assiste a um processo de desertificação. E é neste olhar atento, sentido… e profundamente Lusitano, que ao longo dos últimos vinte anos se vêm aglutinando esta paixão continuadamente sentida e sincera, criando uma palpitante ideia a que, seguramente, poderíamos denominar de Olhares da Memória. 

É, a nosso ver, um projeto que pretende inverter esta tendência e que visa preservar, dando a conhecer, localidades «ricas pelo património que possuem» contribuindo assim para evitar a perda de tradições seculares.

Este embrião ideológico possui, inequivocamente, uma enorme sede de beber na fonte da procura, e sempre com o objetivo de perceber melhor «a riqueza de localidades», seja em património natural, oral ou histórico.

By PAULA ABREU

"…cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho dou-lhe o meu silêncio…"

Turismo Ecológico: 

Ecoturismo ou turismo ecológico é um segmento do turismo que envolve patrimônios e belezas naturais. 
Incentiva a formação de uma consciência ambientalista e a conservação da natureza.

Como o próprio nome sugere, o turismo ecológico é voltado para o contacto directo com os ecossistemas e sua preservação. Com um longo trabalho ainda para fazer, já existem alguns locais, no nosso país, onde pode passar umas férias “verdes” e, acredite, tão bons como outros alojamentos. Deixe o ruído e a poluição de lado! Renove-se numas férias ecológicas e agradeça o que a Natureza lhe oferece!



AVENTURA TE!..SAI DA CASCA!!...


Pelas Aldeias Mágicas do Portugal Profundo...

DRAVE...Aldeia Mágica!

14 ROTAS 4x4, By Paula Abreu 

www.portugalprofundo.com

– Trans-Lusitania Off Road  - Valença a Sagres

Um DESAFIO Off Road em grande!

Na verdade Portugal é um país mágico!..

Parta à descoberta das Aldeias Mágicas, explore o seu património natural e cultural e desfrute da hospitalidade das suas gentes! Relaxe em confortáveis unidades de alojamento, descubra a qualidade e genuinidade dos produtos artesanais e experimente o inimitável sabor da gastronomia local! 

Aqui o sagrado é fundamental, qualquer um destes povoados está sempre protegido por uma igreja, uma capela ou um cruzeiro, estruturas fundamentais para a celebração dos rituais religiosos que ainda hoje se mantêm vivos. 

Mas o país, aquele que está lá entre pedras, nos sinais dos tempos aureos, da cultura autêntica, o Portugal de Torga ou de Eça, ou o Portugal que Deus nos deu, esse deixa-me comovida!!!!!!

 



ROTAS "Portugal Profundo", by Paula Abreu ©

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Usuário: PAULA ABREU

 Acreditamos no Turismo como força viva ao serviço da paz, veículo de amizade e compreensão entre os povos, fator de desenvolvimento sustentável das regiões, contributo para a valorização e preservação do património natural e cultural. 

 



"Olhares da memória..."

Pitões Junias

É premente que neste projeto Olhares da Memória tenhamos como objetivo criar uma ferramenta tecnológica inovadora que vise o desenvolvimento económico das áreas rurais.

É um importante passo para estimulação e dinamização de uma desenvolvimento sustentável, tendo por base a animação turística.

O principal objetivo é oferecer um serviço inovador, que prime pela diferença… que traga no olhar visões extraordinárias, que ofereça sensações que abracemos de olhos fechados, sabores que degustaremos com deleite.

E tudo isto e ao mesmo tempo, dando a conhecer toda uma região e um território tão rico e tão diversificado, com um povo que acumulou saberes e sabores ao longo de centenas de anos, que soube preservar o melhor da sociedade global em identidade local, num país tão pequeno que se manteve unido, feito por um povo que nunca desistiu de construir...

É nossa missão dar a conhecer séculos de história, paisagens pejadas de verde interrompidas por rios, parques naturais, lugares de fé, vinhos de excelência, gastronomia abastada, artesanato diversificado e hospitalidade reconhecida – assim é Portugal!. 


A descoberta começa aqui...

O Minho é uma constante caixinha de surpresas. Quando julgamos que já não há mais nada de novo para ver, eis que nos salta pela frente algo diferente, algo arrebatador… A primeira grande vista é a da Foz do Rio Minho, com o Monte de Santa Tecla a guardar a margem Galega e a Fortaleza de Nossa Senhora da Insua a defender o lado Português. Lá do alto pode ainda apreciar-se a confluência do Rio Coura com o Rio Minho algumas centenas de metros a Norte de Caminha. A subida ao vasto planalto que coroa a Serra leva, inevitavelmente, ao Mosteiro de S. João D'Arga.

Conhece a lenda da Ponte da Mizarela? Reza a história que um criminoso em fuga, vendo-se encurralado pelos seus perseguidores, pediu ajuda ao Diabo para passar o Rio Rabagão e este, em troca da sua alma, construiu a ponte. Mais tarde, já arrependido, o criminoso pediu ajuda a um padre, que benzeu a ponte. Após benzida, a ponte ganhou fama de local sagrado, onde as mulheres com problemas de gravidez devem passar a noite à espera que alguém passe e baptize o seu filho, ainda no ventre, que se deverá chamar Gervásio ou Senhorinha, consoante se trate de menino ou menina. Ponte da Mizarela, Montalegre



GARRANO - Pequeno Cavalo

O Garrano é considerado um pónei devido à baixa estatura, mede no máximo 135 cm. De aspecto rústico, o Garrano é um autóctone Peninsular, mas sofreu alguns cruzamentos.Os cavalos árabes não tiveram grande influência no Garrano. A pelagem é castanha normalmente sem malhas. “Garrano” deriva de "gher", que significa "baixo” ou “pequeno" e que originou a palavra "guerran" que significa cavalo em galego.

ALMA LUSITANA!!

Durante muitos anos viveu em estado semi-selvagem, sendo utilizado em trabalhos agrícolas, transporte e sela pela população do Norte.

 O Garrano é a raça de cavalos portuguesa mais antiga, estando presente no Norte de Portugal desde tempos pré-históricos. Pode inclusivamente ser encontrado em pinturas rupestres um cavalo muito semelhante ao Garrano, o que nos leva a pensar de que este pónei sofreu poucas alterações ao longo do tempo.

 

GARRANO - Pequeno Selvagem

Os Celtas, um povo do Norte da Europa, deixaram algumas marcas no Norte de Portugal. Traziam com eles um pequeno cavalo muito parecido com o nosso Garrano. Hoje, o Garrano é considerado um cavalo de Tronco Celta (Equus caballus celticus), ao qual pertencem também: Asturcón (Astúrias) , Pottock (País Basco), Pura Raça Galega (Galiza), Exmoor, Dartmoor, Higland, Connemara e Shetland (Reino Unido). 

 O nosso primeiro rei (D. Afonso Henriques) e o seu exército se deslocasse em cavalos garranos. Que outra raça de cavalos existia no Norte de Portugal? 

 Em tempos podia ser encontrado por todo o país, actualmente encontra-se no seu solar de dispersão: Minho eTrás-os-Montes. Devido ao baixo número de exemplares, o Garrano é considerado uma espécie ameaçada de extinção. Pode ser observado em estado semi-selvagem no Parque Nacional da Peneda Gerês, Serra da Cabreira, Serra Amarela, Sta. Isabel (Teraas de Bouro), Outeiro (Viana do Castelo) e Serra de Arga (Ponte de Lima). 

 



Sempre gostei do termo “Portugal Profundo”

Sempre gostei do termo “Portugal Profundo”, mas mais que gostar há que o conhecer e entender. Eu conheci-o, e até o entendia, por breves passagens, é certo, mas cada vez, que ido da cidade, mesmo cidade de província, caía nesta aldeia, sentia que estava no mais profundo do Portugal profundo. É inexplicável o sentimento. Longe de tudo, da electricidade, da água a correr nas torneiras, da televisão e rádio, só a pilhas, à luz da candeia ou às escuras fazia-se a imagem do som, como de som eram feitos os despertares, bem sedo, ao som do galo ou do chiar dos carros de bois.

É a imagem que guardo desta aldeia. Aldeia dos canastros, das casas de pedra, do muito frio de Inverno, das lareiras e da água fresca a correr nas bicas, de verão. Anos 80 e uns poucos de 90.

É sempre bom regressar às origens, à terra do avô e do pai e ver que no mesmo canastro, onde eu brincava em solitário e dava asas à minha imaginação, agora são muitos os que brincam e imaginam, coloridos.

Parada do Corgo ou de Aguiar, terra de lobos.

A voz da consciência e da honra é bem fraca quando as tripas gritam: está na hora de forrar a barriga....comida ao lume.


PORTUGAL Notável sempre em VIAGEM consigo!.

É aqui onde tudo começa, onde o olhar se arremessa, à paisagem feita miragem, onde a vontade se mistura com a liberdade, onde o querer se envolve com o "viver", onde o tempo é o nosso companheiro, onde a sua amizade, que ostento, me deixa sempre chegar primeiro. E, por fim... acaba aqui... a caminhada... e o que escrevi.

 

A realidade não é o que acontece à tua volta. A realidade é o que te acontece à tua volta. Se adoras sol e está a chover, tens duas possibilidades: ficar deprimido e triste e escurecido por dentro porque está a chover e adorares sol; ou passares a adorar chuva e ficares feliz por estar a acontecer algo de que gostas tanto.


O melhor de VIAJAR é sermos turistas no nosso próprio país...


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Um recanto mágico que nos acolhe, uma simplicidade natural que não nos tolhe, uma magia colorida que nos agarra, luz de uma obra humana que nem o tempo se atreverá a apagar. É maravilhoso este Portugal Rural, que a ninguém ousa fazer mal e que a todos, sem fim, proporciona momento assim, de pura autenticidade que se transforma em felicidade.

 



PEDRAS QUE FALAM

Sou assim, um pedaço de território que ama esta maravilhosa preservação da nossa autenticidade, sou assim, um pedaço de história mergulhado na ruralidade. Amo amar esta terra doce salpicada por um mar salgado, amo enrolar-me nas teias da verdade que nos carateriza, amo saborear o toque das mãos lusitanas que resistiram à fuga e aos sinais dos tempos, amo sentir este amor que tantos e tão bons portugueses aqui eternizaram em mim. Sou um monte de pedras encaixadas, dirão uns, sou um diamante disfarçado de simplicidade que não se vende, não se troca, não se multiplica, sou a riqueza daqueles que vivem para sentir e dos que sentem para viver, sou assim uma simples aldeia repleta de um monte de pedras onde os teus olhos brilham e a minha alma canta, onde tudo se engrandece perante a portucalidade que nos encanta.


PORTUGAL é isto! Laje sobre laje, dias sobre dias, éstórias com história, corpos com alma, rugas com eternidades para contar! PORTUGAL é ISTO!.....e ISTO É TANTO!!!

JUEUS - Aldeia típica do CARAMULO @ 2016 - A velhice, suporte de tradições. Caminhamos desalmadamente à procura da novidade quotidiana sem conhecer os caminhos que nos levam ao nada. Não paramos, não vemos, não sentimos, tudo é fugaz a caminho do tédio. São as tradições que alimentam os velhos e os velhos que as resguardam e as transmitem, sem nada em troca, apenas porque gostam. Foto registada a caminho da aldeia de MALHAPAO DE BAIXO e Marruge

MONUMENTOS MEDIEVAIS LINDOSO (Ponte da Barca) - Castelo. O Castelo de Lindoso é um dos mais importantes monumentos militares portugueses, pela sua localização estratégica (tutelar sobre o curso do rio Lima junto à fronteira com Espanha, numa linha interior entre as serras da Peneda e do Gerês), mas também pelas novidades técnicas e estilísticas que a sua construção introduziu no panorama da arquitetura militar portuguesa medieval.

Não é o Mundo que precisa de mudanças, é a Humanidade!

Paisagens a perder de vista, silêncio generoso que nos abraça, sabores indescritíveis que nos enlaçam. Um Portugal rural maior que universo celestial, porque aqui o caminho não tem fim, porque aqui, eu sou um pouco de ti e tu és um pouco de mim.

Memórias de outros tempos... em Penha Garcia.

Há quem diga que o interior é longe. Mas "longe" pode ser uma vantagem, quando precisamos de nos afastar do rebuliço das grandes cidades. Na realidade, "longe" pode ser o lugar onde nos ligamos ao essencial.

PORTUGAL PROFUNDO Sabores que se multiplicam em desejos, paladares apurados, ondas de conhecimento escrito em marés de talento, autenticidade pura que não se guarda em receitas de gaveta, um cheiro que nos inebria, um sorriso de alegria, um lar onde tudo existe, vida rural onde sentir os sentidos é natural. Cruzes assinaladas no destino que produz coisas reais, votos de confiança são testemunhos que não se trespassam, justiça divina que a humanidade transpira. Ser rural é assim , viver simples e natural.

Becos e ruelas do Talasnal, aldeia de xisto na serra da Lousã.

BOTICAS: Aldeia de Vilarinho Seco. Vilarinho Seco é uma das mais belas e bem conservadas aldeias barrosãs. Aqui abundam os espigueiros em granito, as casas com telhados de colmo e alguns habitantes ainda envergam os trajes tradicionais. Em pleno centro do povoado fica um magnífico exemplo de arquitectura popular: um largo com o tanque, o cruzeiro e a capela. A rua principal passa sob um arco, que corresponde a uma passagem superior, ligando as casas de habitação às cortes do gado. Pertence ao concelho de Boticas, do qual dista cerca de duas dezenas de quilómetros através da estrada para a localidade de Salto.

Castelo de Arnóia | Celorico de Basto O Castelo de Arnoia, também conhecido como Castelo dos Mouros ou Castelo de Moreira, ergue-se na povoação e freguesia de Arnoia, concelho de Celorico de Basto, distrito de Braga O local onde se situa o Castelo de Arnóia, é apontado como sendo habitado desde a época da ocupação romana de Península Ibérica, mas o actual castelo só deverá ter sido construído em finais do século X


É este o nosso PORTUGAL PROFUNDO e genuíno, longe das grandes cidades… e repleto de alma, que queremos dar a conhecer a todos os que embarquem connosco nesta inebriante descoberta. A rotina, nas terras e nos campos que constituem o Parque Nacional Peneda Gerês é feita de momentos como este. É uma vida dura mas, muito provavelmente, bem mais saudável e feliz.

Portugal é um destino por excelência para a prática de Turismo de Natureza, dispondo de um riquíssimo património natural.

CALVELO - Ponte de Lima MINHO, 7 Novembro 2015 - O Minho é uma constante caixinha de surpresas: quando menos contamos, eis que se nos depara pela frente, algo diferente, algo arrebatador!!

A minha Aldeia amada.... Que saudades eu tinha de te ver! Este cheiro que emana das tuas chaminés supera qualquer calor tropical, o sabor das tuas comidas é único e não tem igual e o carinho das tuas/nossas gentes é insubstituível. Porque é que te amo tanto aldeia minha? Não me perguntes tal coisa. Deixa-me antes continuar a amar-te e a lutar pela tua vitalidade. É esta a melhor forma que tenho de te agradecer tudo o que sou.


Portugal possui uma enorme variedade de paisagens e elevada diversidade de habitats naturais, com condições que permitem a realização de programas de observação de aves em habitats distintos e com um grande número de espécies, designadamente, em habitats de montanha, estuários, escarpas, montados de sobro, lagoas costeiras, planícies cerealíferas. 

Importa salientar que cerca de 21% do território português é formado por Áreas Classificadas com fortes valores naturais e de biodiversidade a nível da fauna, flora e da qualidade paisagística e ambiental, dispondo de uma oferta de atividades de animação turística ajustadas aos diferentes segmentos do Turismo de Natureza. 


  • Rotas

    PEGADAS DINOSSAUROS - Vale de Meios - Pé da Pedreira - Alcanede - RIO MAIOR

  • Galeria

    Capela Cabeço Pombas
    S. Bento-SERRA CANDEEIROS

  • Página Inicial

    SERRA DOS CANDEEIROS
    Moinho da Senta - Rio Maior



O Jogo do Pau desenvolveu-se no Norte de Portugal (Alto Minho e Trás-os-Montes) como uma arte de defesa que podia resolver problemas de maus encontros com salteadores ou como recurso em ações violentas (famílias ou terras rivais, ajustes de contas, etc.). O declínio rápido do Jogo do Pau no Norte, durante o século XX, deveu-se ao que parece a dois fatores: à vulgarização da arma de fogo como instrumento para os mesmos fins, e à dispersão dos jogadores pela emigração. Nos finais dos anos 70 restavam alguns antigos jogadores idosos e isolados, que não praticavam há dezenas de anos, e escolas em Cabeceiras de Basto, em Salto (Montalegre) e em Fafe.

No meu MINHO Conversas de sossego iterno, onde nasceram os contos da historia deste povo. Descobrimos o mundo, e ainda nao vivemos com ele.


Foz d'Égua - Praia fluvial, na freguesia de Piodão.

Um país que se orgulha da sua identidade, criada ao longo de vários séculos, mas que se está a borrifar para os "velhos" que a construíram.

Já faz frio no Norte do país, mas que isso não impeça ninguém de aproveitar os feriados para rumar até cá cima. É que a paisagem tão especial do Parque Nacional Peneda-Gerês merece ser apreciada em qualquer época do ano e em todas elas se revela única, exibindo cenários tão diferentes quanto sedutores. A Natureza tem destas coisas, nunca deixa de nos surpreender…

Juntem à imagem, o som da água e o frio do ar. Serra de Montemuro

Um país que se auto-elogia da autenticidade da sua gastronomia, feita pelo saber acumulado de gerações atrás de gerações, mas que despreza quem cultiva o nosso sagrado solo, um país que se vangloria do nosso património imaterial mas que prefere gastar milhões em feiras de vaidades em vez de recuperar o que cai de podre, um país que tem paisagens que são de cortar a respiração mas que continua a criar museus que parecem cogumelos.

Não questionamos por rebeldia. Questionamos por amplitude, por profundidade, por compreensão do todo, mas se nisso existe rebeldia, então questionamos por rebeldia também....porque a VIDA é um ato de rebeldia e determinação!!

 

Ponte da Panchorra [Rota do Românico] Situada na freguesia da Panchorra, no extremo sudoeste do concelho de Resende, em pleno planalto da serra do Montemuro e sobre o rio Cabrum, a Ponte da Panchorra foi, durante décadas, considerada uma ponte romana. A provável existência de um itinerário romano que junto dela passava terá contribuído para esta associação.

"A noite caiu sem manchas e sem culpa. Os homens tiraram as máscaras de bons actores. Findou o espectáculo. Tudo o mais é arrabalde. No alto, a utópica lua, vela comigo e sonha inutilmente com a verdade das coisas. - Noite! Deixa-nos também dormir... " Fernando Namora, in 'Relevos'

Um país que tem aldeias que respiram saúde, que vivem do que produzem, que não pedem esmola, que dão identidade a Portugal, mas que se está a borrifar para a sua preservação, um país que cria hospitais privados como quem cria galinhas, e que encerra centros de saúde e que deixa morrer sem assistência quem a vida toda trabalhou, um país que vive de almoços na Capital à quarta-feira e que deixa morrer à fome quem trabalhou a vida inteira. Raios! Este país, de gente nova que não quer cá ficar, é cada vez menos um espaço próprio para velhos que teimam em não se resignar.

São longos os caminhos da nossa história, entre muros de pedras que se acumulam, entre rugas de mãos escravas que se esquecem, entre silêncios eternos que ninguém quer ouvir. Mas são caminhos nossos, tão nossos que não teremos coragem de os deixar, caminhos tão vastos que nos levam até onde os nossos sonhos permitirem e a realidade autorizar.

 

Alguém oferece a jeropiga?

A Cultura bucólica de um Povo

Castelo Algoso – Vimioso, Numa época em que se repensa o futuro do país, vale a pena reflectir sobre o abandono a que o interior está cada vez mais sujeito.

Talasnal, aldeia de xisto na Serra da Lousã

Se é para chegar ao FIM: desfruta do caminho!!

Assim terminam as tardes no Douro...



ROTAS "Portugal Profundo", by Paula Abreu ©

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